Hoje em dia tudo é TDAH”, “agora todo mundo é autista”… mas será que isso não existia antes? Ou apenas não era nomeado? Ao olhar para o passado, percebemos que muitos perfis sempre estiveram presentes — o que mudou foi a forma de compreender.
Quando falamos em superdotação, ainda é comum imaginar a figura do “gênio” com alto QI. Mas as altas habilidades vão muito além disso. Envolvem diferentes formas de aprender, pensar e sentir — e nem sempre são reconhecidas como deveriam.
Há um tipo de ansiedade que não vem em picos, mas se instala como um estado constante de alerta. A mente tenta prever, controlar e se antecipar a tudo — mas, nesse processo, consome energia e mantém o corpo em um desgaste contínuo.